quarta-feira, 1 de agosto de 2012

As mais belas Bibliotecas do Mundo: BIBLIOTECA NACIONAL DE PARIS, FRANÇA

BIBLIOTECA NACIONAL DE PARIS, FRANÇA


A Arquitectura


A Biblioteca Nacional de Paris constitui a obra-prima de Henri Labrouste (1801-1875) que, para além de arquitecto, revela ali a sua faceta de engenheiro.
Antes de alcançar o êxito como arquitecto com a concepção da Biblioteca Nacional (1861-1868), Labrouste tinha já projectado a biblioteca de Sainte-Geneviève (1843-1850), cujo interior é sustentado por colunas e abóbadas de ferro fundido. Foi a primeira vez que este arquitecto usou uma armação de ferro num edifício público.
Na Biblioteca Nacional o arquitecto fez um uso extensivo do ferro que sustenta uma estrutura de alvenaria. O espaço mais notável é a sala de leitura, povoada por finas colunas com os seus capitéis coríntios e cúpulas com clarabóias envidraçadas que, elevando-se a mais de nove metros do solo, são o meio difusor de luminosidade no interior da sala. Tal como a sala de leitura, a sala de reservas é outra realização notável ao nível da cobertura, concebida inteiramente com vidro, provocando a penetração da luz difundida depois pelas clarabóias do pavimento. O ferro aliado ao vidro concede a estes espaços um efeito notável.
Neste edifício, Labrouste revela duas vertentes da sua arquitectura. Se por um lado alcança um grande modernismo, por outro lado está presente um gosto convencional. Para além de ser considerado o iniciador da escola racionalista em França, foi também uma referência para a geração de arquitectos modernos posteriores.



A História


A Bibliothèque Nationale de France, (Em francês: "Biblioteca Nacional da França"), é uma das mais importante da França e uma das mais antigas do mundo, localizada em Paris.
Biblioteca Real de França em primeiro lugar, a Bibliothèque du Roi ("Biblioteca do Rei"), datado do reinado de Carlos V (1364-1380), instalou 1.200 manuscritos no Museu do Louvre. Esta biblioteca foi dispersada, mas sob Louis XI (reinou de 1461-1483), outro foi criado. Em 1544 Francis mudou a biblioteca para Fontainebleau, a partir de 1537 e que recebeu uma cópia de cada publicação francesa.  A biblioteca foi transferida para Paris entre 1567 e 1593, e o primeiro catálogo real das suas participações foi compilado em 1622. Abriu pela primeira vez ao público em 1692, a biblioteca foi transferida para o Palácio Mazarin na rue de Richelieu, em 1721 e sofreu sucessivas expansões depois.

A biblioteca foi renomeada, para Bibliothèque Nationale em 1795, e beneficiou pelos confiscos Revolucionárias da igreja e colecções de livros paroquiais e mais tarde por aquisições de Napoleão. As colecções, que foram estimadas em cerca de 300.000 volumes com a eclosão da Revolução, tinham mais que dobrado. Durante o séc, XIX, o administrador Léopold Victor Delisle, organizou a colecção extensa e valiosa da biblioteca de manuscritos. Em 1926, a Bibliothèque Nationale entrou num consórcio de bibliotecas parisienses que, no final do séc. XX, incluía a Biblioteca Arsenal e as bibliotecas da Ópera e do Conservatório Nacional de Música.














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