quarta-feira, 11 de julho de 2012
Notícia(s) do Dia: Governo paga subsídio de férias a assessores de gabinetes (É uma vergonha, ou não?!)
Governo paga subsídio de férias a assessores de gabinetes (Vergonhoso!!!!!)
Excepção é justificada com o facto de a suspensão decretada no OE de 2012 “não ter efeitos retroactivos”.
Os assessores dos gabinetes dos ministros, que entraram ao serviço a 21 de Junho de 2011, receberam subsídio de férias no mês de Junho.
Este caso de excepção é revelado no “Correio da Manhã”.
E qual a justificação dada para conceder esta prestação complementar? Escreve o jornal que ao fim de seis meses, estes funcionários já adquiriram o direito ao subsídio e que a suspensão decretada pelo Orçamento do Estado, que entrou em vigor a 1 de Janeiro de 2012, “não tem efeitos retroactivos”.
Fontes do Governo referem que, “sendo devidos estes subsídios no próprio ano de 2011, devem os mesmos ser processados e pagos, ainda que o pagamento possa só ocorrer em 2012”.
Fonte: Renascença ONLINE
terça-feira, 10 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
À Volta com a Vida: Chumbos no secundário baixaram a Matemática e a Português
Chumbos no secundário baixaram a Matemática e a Português (O Sr. Ministro da Educação deve sentir-se realizado)
As taxas de reprovação nos exames do ensino secundário baixaram a Português e Matemática, com o Português a subir para uma média positiva de 10,4 em 20, revelou hoje o Ministério da Educação e Ciência.
De acordo com os dados da primeira fase - que este ano foi obrigatória - a taxa de reprovação a Português, a prova feita pelo maior número de alunos (mais de 72 mil), desceu de 10% em 2011 para 8% este ano. A média da prova, considerando só os resultados dos alunos internos - que frequentam as aulas da disciplina o ano todo - subiu de 9,6 para 10,4.
Se se considerarem os alunos na globalidade, a média subiu de 8,9 para 9,5. A taxa de reprovação na Matemática A, uma prova feita por mais de 49 mil alunos baixou de 20 para 15%. A média, considerando os resultados dos alunos internos, desceu de 10,6 para 10,4 este ano. A média global desceu de 9,2 para 8,7.
Na prova de Matemática para as Ciências Sociais, prestada por mais de nove mil alunos, verificou-se uma descida de 11,3 para 10,6 na média dos alunos internos e uma subida de 9 para 10% da taxa de reprovações.
Quanto ao exame de Matemática B, feito por 5.600 alunos, foi o descalabro: a taxa de reprovações subiu de 11 para 21% e a média desceu de 11,9 para 8,8.
Na Geometria Descritiva, a que responderam cerca de 10 mil alunos, o resultado foi mais animador, uma vez que a média subiu de 10 para 10,7 e a taxa de reprovações desceu de 16 para 15%. Quanto à prova de Literatura Portuguesa, feita por mais de 2000 alunos, a taxa de reprovações caiu de 14 para 8% e a média dos alunos internos subiu de 9,3 para 10,9 pontos.
O Ministério destaca a "relativa estabilidade" dos resultados das provas no secundário. De 362 414 alunos inscritos, 324 048 fizeram as provas na primeira chamada, que este ano era obrigatória, para 25 disciplinas. A corrigi-las estiveram 6806 professores.
Física e Química volta ao negativo com maior descida dos exames do secundário
A média dos exames nacionais baixou 2,4 a Física e Química, a maior descida de todas disciplinas, situando-se nos 8,1 em 20 com uma taxa de reprovações que subiu de 16 para 24 por cento. A prova, realizada na primeira fase por mais de 50 mil alunos, teve uma média de resultados de 10,5% em 2011, considerando-se os resultados dos alunos internos, que frequentam as aulas todo ano, a primeira vez em seis anos em que se registou uma subida.
Os dados do Ministério da Educação hoje divulgados permitem ver que se se considerarem os resultados dos outros alunos, a média teve uma descida análoga, de 9,9 em 2011 para 7,5 este ano. Nas provas de Biologia e Geologia, a média também voltou ao negativo este ano, descendo para 9,8 quando em 2011 tinha sido de 11, considerando-se os resultados dos alunos internos.
Se se juntarem os resultados dos outros alunos, vê-se que a média desceu de 10,7 em 2011 para 9,3 este ano. Entre os mais de 51 mil alunos que fizeram a prova na primeira fase, que este ano era obrigatória, a taxa de reprovação a Biologia e Geologia aumentou de 7 para 10%.
Em Geografia A, outra das provas realizadas por mais alunos (mais de 19 mil), a taxa de reprovações subiu de 5 para 7% e a média desceu de 11,3 para 10,7 no universo dos alunos internos e de 11 para 10,3 no global. Na prova de História A, feita por mais de 15 mil alunos, boas notícias: a média dos alunos internos subiu de 10,5 em 2011 para 11,8 este ano e a taxa de reprovações desceu de 11 para 7%.
Quanto à prova de Economia A, realizada por mais de 11 mil alunos, a média entre os alunos internos desceu de 12 em 2011 para 11,7 este ano mas a taxa de reprovações desceu de 3 para 2%. Na disciplina de Filosofia, cujo exame já não se realizava desde 2007, a média nacional foi de 8,9 valores, com uma taxa de reprovações de 12%.
Fonte: Agência LUSA
sexta-feira, 6 de julho de 2012
As mais belas Bibliotecas do Mundo: BIBLIOTECA NATIONAL LIBRARY, MINSK - BIELORÚSSIA
BIBLIOTECA NATIONAL LIBRARY, MINSK - BIELORÚSSIA
A Biblioteca Nacional de Minsk, na Bielorússia (National Library of Belarus), foi fundada em 15 de setembro de 1922 e reformada em 2006, sendo a sua inauguração a 16 de Junho de 2006. A sua altura é de um prédio de 23 andares e o formato, um diamante. É recoberta por 24 painéis gigantes de vidro, com 4646 LEDs de cor, que de noite produzem um grande espectáculo de luz e cor que vale a pena ser visto. É um projecto bem futurista e diferente das bibliotecas que costumamos conhecer.
É a principal instituição de informação da República de Bielorússia. O seu acervo possui mais de 8 milhões de itens, em mais de 50 idiomas, incluindo livros, periódicos, obras raras, mapas, música impressa, audiovisuais, recursos eletrônicos, etc, possuindo uma sala de conferência para 500 pessoas, salas de leitura, 2 museus permanentes, área dedicada a tecnologia. As visitas são agendadas e em grupos até 15 pessoas. Também são organizadas excursões para a visitar a biblioteca.
Um detalhe interessante é que no último piso há uma grande plataforma que fornece uma vista panorâmica da capital do país.
Um detalhe interessante é que no último piso há uma grande plataforma que fornece uma vista panorâmica da capital do país.
Como qualquer grande construção, está envolta em polémica no seu país. A população critica os gastos que foram necessários para a sua construção, que poderiam ter sido investidos em construções de mais escolas, hospitais, etc.
A biblioteca está aberta durante a semana das 10h às 21h e, durante o fim-de-semana, da10h às 18h.
O Actual diretor é Roman Motulski.
O Actual diretor é Roman Motulski.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
À Volta com a Vida: França contrata dezenas de enfermeiros portugueses (Emigrar, emigrar, sem parar!)
França contrata dezenas de enfermeiros portugueses
Só um hospital da região de Paris vai contratar 60 enfermeiros portugueses.
Hospitais franceses e, também, alemães e suíços contrataram recentemente dezenas de enfermeiros portugueses. A informação foi confirmada ao Expresso pelo secretário de Estado das Comunidades, José Cesário. "Na Alemanha há mesmo um hospital que lhes dá formação em língua alemã", acrescentou o membro do Governo português.
Só o imenso hospital Mondor, em Créteil (região de Paris), vai contratar brevemente 60 enfermeiros portugueses de uma assentada. A informação foi fornecida ao Expresso no local.
Também aqui, os enfermeiros terão apoios especiais para a sua integração no estabelecimento, com designadamente a nomeação de uma funcionária bilingue para os acompanhar nos primeiros tempos.
De acordo com José Cesário, a secretaria de Estado das Comunidades encaminha todos os casos de que tem conhecimento para o Instituto de Emprego. "Têm-nos chegado pedidos de profissionais em diversas áreas e confirmo que foi concretizado o recrutamento de 40 enfermeiros para diversos hospitais do sul de França, da Suíça e da Alemanha", explicou o governante.
Em França, o salário de um enfermeiro, nos hospitais públicos, vai de 1500 até 2300 euros (no fim da carreira).
Fonte: Expresso ONLINE
quarta-feira, 4 de julho de 2012
As mais belas Bibliotecas do Mundo: BIBLIOTECA REAL GABINETE PORTUGUÊS DE LEITURA, RIO DE JANEIRO, BRASIL
BIBLIOTECA REAL GABINETE PORTUGUÊS DE LEITURA, RIO DE JANEIRO, BRASIL
Pelo seu prestígio nos meios intelectuais, pela beleza arquitectónica do edifício da sua sede, pela importância do acervo bibliográfico e ainda pelas actividades que desenvolve, o Real Gabinete Português de Leitura é, a todos os títulos, uma instituição notável e que muito dignifica Portugal no Brasil.
Em 14 de Maio de 1837, um grupo de 43 emigrantes portugueses do Rio de Janeiro - e deve-se sublinhar que isto ocorre somente 15 anos depois da Independência do país - reuniu-se na casa do Dr. António José Coelho Lousada, na antiga rua Direita (hoje rua Primeiro de Março), nº 20, e resolveu criar uma biblioteca para ampliar os conhecimentos dos seus sócios e dar oportunidade aos portugueses residentes na então capital do Império de ilustrar o seu espírito. Entre esses homens, cuja maioria era composta por comerciantes da praça, estavam alguns que haviam sido perseguidos em Portugal pelo absolutismo e que tinham emigrado para o Brasil. Era o caso de José Marcelino Rocha Cabral, advogado e jornalista, que iria ser eleito primeiro presidente da instituição.
É possível que ao se preocuparem com o nível de instrução dos seus
compatriotas e ao quererem incutir em muitos o gosto pela leitura, os fundadores do “Gabinete” tenham sido inspirados pelo exemplo vindo da França, onde, logo seguir à revolução de 1789, começaram a aparecer as chamadas “boutiques à lire”, que nada mais eram do que lojas onde se emprestavam livros, por uma determinado prazo, mediante o pagamento de uma determinada quantia.
Os “gabinetes de leitura” criados no Brasil pelos portugueses - o do Rio de Janeiro foi o primeiro, mas mais tarde virão os do Recife (em 1850) e o de Salvador (em 1863) - diferenciam-se, entretanto, daqueles estabelecimentos franceses por uma característica: é que neles não se fazia qualquer pagamento pelo empréstimo do livro. O sócio, ou o leitor, consultava-o na biblioteca ou levava-o para casa, sem que isso implicasse, para ele, qualquer encargo.
Seguindo o exemplo dos “gabinetes de leitura” de raiz portuguesa e ainda na segunda metade do século XIX, surgiram, impulsionados pela maçonaria e pela república positivista, em várias cidades do interior do Estado de São Paulo, instituições semelhantes que também eram denominadas “gabinetes de leitura” e que foram transformadas depois em bibliotecas municipais.
O reinado de D. Manuel I (1491-1521), no auge da expansão ultramarina portuguesa, assistiu ao florescimento da arquitectura manuelina, que se caracteriza pela exuberância plástica, o naturalismo, a robustez, a dinâmica de curvas e o recurso a motivos inspirados na flora marítima e na náutica da época dos Descobrimentos. Exemplos típicos desse estilo são o Mosteiro dos Jerónimos e a Torre de Belém, em Lisboa, e a janela manuelina do Convento de Cristo, em Tomar. No século XIX, sob inspiração nacionalista, há um ressurgimento desse estilo, o neomanuelino, presente em obras de reforma do Mosteiro dos Jerónimos, na Estação do Rossio, em Lisboa, na Câmara Municipal de Sintra, no Palacete da Regaleira e no Palace Hotel do Buçaco. Opondo-se ao neogótico que se manifestava em diversos países da Europa, o neomanuelino representou em Portugal, uma forma de "resistência da identidade nacional". No Brasil, além do Real Gabinete, no Rio de Janeiro, os principais edifícios neomanuelinos são o Gabinete Português de Leitura de Salvador e o Centro Português de Santos.
À Volta com a Economia: FMI "não está disponível" para renegociar acordo com a Grécia (Álguém está a empurrar a Grécia para fora do Euro)
FMI "não está disponível" para renegociar acordo com a Grécia
Christine Lagarde, afirmou hoje que "não está com disposição" para negociar o plano acordado entre a Grécia e a troika.
A directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, afirmou hoje que "não está com disposição" para negociar o plano acordado com a Grécia pelo FMI, União Europeia (UE) e Banco Central Europeu (BCE).
"Não estou na disposição de negociar ou renegociar. Estamos na disposição de encontrar os factos", disse Lagarde ao canal norte-americano CNBC, citada pela agência France Presse, numa altura em que uma equipa de técnicos da "troika" (FMI, UE e BCE) está em Atenas para iniciar o primeiro controlo às contas gregas.
"Estou certa de que [o governo grego] vai ter excelentes números para comunicar (...) Estou desejosa de saber o que fizeram nestes últimos meses para cumprir o programa" acordado com os três credores internacionais, concluiu.
Formado depois das segundas eleições legislativas sucessivas, o novo governo grego autodefiniu-se como pró-europeu, mas alertou que pretende renegociar as condições dos empréstimos concedidos à Grécia.
Desde 2010, a Zona Euro e o FMI desbloquearam dois pacotes de ajuda financeira a Atenas, um no montante de 110.000 milhões de euros e outro de 130.000 milhões, sendo este último acompanhado pela eliminação de 107.000 milhões de euros em dívida detida pelos credores privados.
Em contrapartida, Atenas comprometeu-se a voltar ao equilíbrio orçamental até ao final de 2014, com a possibilidade de adiar o objectivo por um ano, caso o crescimento do país continue muito negativo.
Fonte: Diário ECONÓMICO ONLINE
terça-feira, 3 de julho de 2012
À Volta com a Economia: Probabilidade de Grécia e Portugal saírem do euro é de 85%
Probabilidade de Grécia e Portugal saírem do euro é de 85%
Uma economista próxima de Nouriel Roubini disse hoje que há "uma probabilidade de 85%" de a Grécia e Portugal saírem do euro.
Num colóquio anual organizado em Atenas pelo jornal britânico The Economist, que nunca escondeu as suas dúvidas sobre a manutenção da Grécia na Zona Euro, Megan Greene, directora de estudos europeus da empresa do analista Nouriel Roubini, afirmou que a Grécia deverá ser a primeira a abandonar a moeda única.
"Estimamos que há uma probabilidade de 85 por cento de ver a Grécia e Portugal saírem da Zona Euro. Na minha opinião, a Grécia vai ser o primeiro país a sair e isso vai acontecer no início do próximo ano", afirmou Greene.
Jörg Asmussen, membro do Banco Central Europeu (BCE), falou na abertura do debate em representação dos credores internacionais de Atenas - BCE, Comissão Europeia (CE) e Fundo Monetário Internacional (FMI).
O responsável foi peremptório: os gregos devem aceitar e acelerar os sacrifícios e as reformas estruturais se quiserem sair da crise e garantir a pertença à Zona Euro.
E, para isso, devem proceder à "desvalorização interna", ou seja, baixar fortemente os custos de produção do país, sobretudo os salários, para poderem entrar num caminho de competitividade e de crescimento, sem desvalorizar a moeda.
Convidado de honra para as conferências que hoje tiveram lugar em Atenas, Alexis Tsipras, líder da oposição e dirigente da esquerda radical grega, o Syriza, que se tornou o segundo partido mais votado do país depois das eleições legislativas de 17 de Junho, foi um dos oradores.
Para Tsipras, o esquema de "desvalorização interna" preconizado pelos credores internacionais da Grécia é "doloroso para o povo grego" e "ineficaz", uma vez que conduz a um "desastre humanitário".
"A austeridade", disse, vai "agravar a situação" e "conduzir o país à saída da Zona Euro, que é a única via institucional possível para um Estado no interior da moeda única", acrescentou.
Referindo uma reforma fiscal e a luta contra a corrupção, Tsipras considera que estas alterações "necessárias" não podem ser realizadas de maneira duradoura num ambiente de "afundamento da economia". Entre as medidas que defende, o responsável do Syriza aponta "uma moratória" sobre o pagamento da dívida helénica.
Megan Greene, por seu lado, não acredita que "este governo tenha mais hipóteses do que o anterior de adoptar reformas" e afirma que a Grécia "já não pode suportar mais austeridade".
A economista alerta ainda para que, "de qualquer forma, se conseguirem [implementar as reformas], isso vai colocar em risco o crescimento, o que vai ser muito duro para o povo".
"A 'troika' [BCE, CE e FMI] nunca vai permitir uma moratória sobre o pagamento da dívida e a Grécia vai ser obrigada a entrar em incumprimento e, por isso, a sair da Zona Euro", sentenciou a responsável.
Fonte: Diário Económico ONLINE
segunda-feira, 2 de julho de 2012
À Volta com a Vida: Enfermeiros a Preço de Saldo
Enfermeiros a Preço de Saldo
A partir de hoje há enfermeiros a trabalhar nos centros de saúde de Lisboa e Vale do Tejo que ganham 3,96 euros à hora, avança do Diário de Notícias.
3,96 euros à hora. Este é o valor que será pago aos enfermeiros contratados a partir de hoje por empresas de prestação de serviços para trabalharem nos centros de saúde da região de Lisboa e Vale do Tejo, avança o "Diário de Notícias".
Pelas contas do Sindicato dos Enfermeiros, feitos os descontos, se estes profissionais trabalharem sete horas por dia não receberão mais de 300 euros por mês.
Até agora, os enfermeiros contratados através de empresas de prestação de serviços recebiam 6 euros à hora. Contactado pelo DN, João Vilaça, administrador da MedicSearch, uma das empresas que venceu alguns dos concursos lançados pela Administração de Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, afirma que "os preços desceram 45 por cento em relação ao caderno de encargos do concurso anterior".
Ao DN, o presidente da ARS de Lisboa e Vale do Tejo garantiu desconhecer os valores pagos, acrescentando: "Nós não contratamos enfermeiros, mas serviços de enfermagem."
Hoje, uma delegação do Sindicato dos Enfermeiros liderada por Guadalupe Simões, vai à ARS pedir explicações.
Fonte: Expresso ONLINE
As mais belas Bibliotecas do Mundo: BIBLIOTECA GEORGE PEABODY LIBRARY, JOHNS HOPKINS UNIVERSITY, BALTIMORE, EUA
BIBLIOTECA GEORGE PEABODY LIBRARY, JOHNS HOPKINS UNIVERSITY, BALTIMORE, EUA
A Biblioteca George Peabody, antiga Biblioteca do Instituto Peabody da cidade de Baltimore, data da fundação do Instituto Peabody em 1857. Nesse ano, George Peabody, um filantropo Massachusetts-nascido, dedicou o Instituto Peabody para os cidadãos de Baltimore na apreciação da sua "bondade e hospitalidade."
O Instituto Peabody, de acordo com a Carta George Peabody, originalmente composta por uma biblioteca pública gratuita, uma série de palestras, um conservatório de música e uma colecção de arte.
A Peabody, edifício da Biblioteca, que abriu em 1878, foi projectado pelo arquitecto Baltimore Edmund G. Lind, em colaboração com o reitor, o Dr. Nathaniel H. Morison. Reconhecida pela sua notável arquitectura interior, a Sala Stack Peabody contém cinco níveis de ornamentais em ferro fundido, varandas, que se elevam drasticamente até o tecto de 61 metros acima do chão. A arquitectura da Biblioteca Peabody, foi discutida por James D. Dilts e Baltimore Catharine F. Preto, da empresa de ferro fundido “Edifícios & Ferragens Arquitectónico” (1991).
Reflectindo os interesses académicos do século XIX, a biblioteca é composta por uma colecção de referência geral em praticamente todos os assuntos. A biblioteca contém mais de 300.000 títulos que datam principalmente entre o século XVIII ao século XX. Aspectos mais importantes da colecção são arte, arqueologia britânica e arquitectura, a história britânica e americana, biografia, literatura Inglesa e americana, as línguas românicas e literatura, grego e latim clássicos, história da ciência, geografia, e exploração e de viagem, incluindo uma colecção grande mapa.
A Biblioteca Peabody permaneceu parte do Instituto Peabody até 1966, quando o acervo da biblioteca foi transferida para a cidade de Baltimore e administrada como um departamento da Biblioteca Livre Enoch Pratt. A colecção foi transferida novamente em 1982, desta vez para The Johns Hopkins University. A Biblioteca George Peabody é agora uma parte do Departamento de Colecções Especiais de Bibliotecas da universidade Sheridan. Manter as disposições do presente original do Sr. Peabody, a Biblioteca George Peabody é uma colecção não-circulante aberto ao público em geral. A biblioteca está localizada a 17 E. Local de Mount Vernon, Baltimore, MD 21202.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
À Volta com a Economia: Marcelo Rebelo de Sousa defende alargamento do prazo do resgate
Marcelo Rebelo de Sousa defende alargamento do prazo do resgate
"Se fosse primeiro-ministro fazia tudo para alongar o prazo do programa de ajuda externa, agora que se diz que a Grécia vai alongar o prazo", afirmou o conselheiro de Estado.
O conselheiro de Estado Marcelo Rebelo de Sousa defendeu hoje que a "prioridade das prioridades" deve ser fazer tudo para "alongar" o prazo do programa de ajuda externa, defendendo que que não deve surgir mais austeridade "por nenhum sítio".
À margem da apresentação da obra "Tratado de Lisboa - Anotado e Comentado", a primeira anotação em língua portuguesa aos tratados europeus, no Palácio da Bolsa, no Porto, Marcelo Rebelo de Sousa foi questionado pelos jornalistas sobre a possibilidade de mais medidas de austeridade, tendo considerado que isso não seria desejável.
"Se fosse primeiro-ministro fazia tudo para alongar o prazo agora que se diz que a Grécia vai alongar o prazo. Acho que essa devia ser a prioridade das prioridades e eu acho que o primeiro-ministro já abriu uma janelinha quando disse se alterarem as circunstâncias - leia-se, a Grécia e os outros países - nós também queremos. Espero que seja possível alterar as circunstâncias", disse.
O ex-líder do PSD considera ainda que Pedro Passos Coelho "está a fazer a alteração possível" ao discurso.
Não a mais austeridade
"Quando uma pessoa tem um discurso que é muito, muito igual a si próprio e é o mesmo há um ano, perante a alteração das circunstâncias tem que começar a mudar aos poucos para não dar a sensação que muda muito porque ele próprio também não sabe como é que as circunstâncias se vão alterar", defendeu.
Na opinião de Marcelo Rebelo de Sousa "não deve surgir" mais austeridade "por nenhum sítio porque neste momento já está tudo tão apertado".
"Agora se me pergunta, com imaginação, onde é que eu acho que vão buscá-la, eu acho que está mais ou menos na cara que o que vão buscar, quando o Governo diz que não é só para os funcionários públicos, vão buscar aos trabalhadores que não são funcionários públicos, se for esse o caso", afirmou.
Questionado sobre se estariam em causa os subsídios de natal, o social-democrata respondeu: "Não sei, isso aí é uma hipótese mas simplesmente não sei se é sequer uma hipótese possível. O Governo tem desmentido e não é certamente uma hipótese desejável".
Sobre o Conselho Europeu que até sexta-feira decorre em Bruxelas, o comentador político considerou que se essa reunião "quisesse ser verdadeiramente histórica, devia apontar para mais união política, mais união fiscal, mais união financeira, mais união bancária".
Pouco espaço de manobra
"E aquilo que vai apontar - Deus queira que seja mais do que isso mas à partida - é apenas para um pacto de crescimento e emprego que vem dois anos atrasado, que é curto, que é um reforço dos capitais do Banco Europeu de Investimento. É injetar na economia 180 mil milhões de euros, que é nada, para não sei quantas economias. Eu espero que até amanhã ainda haja mais do que isto porque isto é muito pouca coisa", antecipou.
Marcelo Rebelo de Sousa declarou ainda que "o Governo português não tem muito espaço de manobra" e "está a seguir à risca a troika e a troika está a seguir à risca quem manda na Europa".
"E como até agora quem tem mandado na Europa praticamente, sem grandes dissonâncias, é a Alemanha, Portugal tem de seguir o que está no acordo da troika que por sua vez segue o que pensa a Alemanha. Não há muito espaço de manobra quando se deve o que se deve e tem que se cumprir aquilo que se assumiu como compromisso", sublinhou.
Fonte: Expresso ONLINE
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