quarta-feira, 27 de junho de 2012

As mais belas Bibliotecas do Mundo: BIBLIOTECA PHILOLOGICAL LIBRARY, FREE UNIVERSITY, BERLIM - ALEMANHA




BIBLIOTECA PHILOLOGICAL LIBRARY, FREE UNIVERSITY, BERLIM - ALEMANHA


Norman Foster, inspirou-se no formato de um cérebro humano para projectar a biblioteca inaugurada em 2005. Com 700 mil volumes, ela é o principal edifício da universidade e tornou-se um dos principais pontos turísticos da capital alemã.
Em 1997, Lord Norman Foster foi contratado para projectar um edifício para a nova biblioteca para abrigar os 10 departamentos e previamente separado do departamento da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas. A nova biblioteca foi integrada no edifício existente da Universidade Livre de 1971, que simultaneamente tinha sido submetido a uma renovação completa. A biblioteca é um edifício completamente novo, pelo que as partes antigas do anterior edifício, tiveram de ser removidas. A construção do edifício da nova biblioteca foi necessária em virtude da intenção de reunir dentro de um único prédio, os 10 departamentos, actualmente espalhados por todo o campus, juntamente com a sua equipa de funcionários e escritórios administrativos, bem como, salas de palestras. Ao mesmo tempo, as bibliotecas departamentais foram integradas nesta nova biblioteca, nomeadamente, as colecções da Biblioteca de Filologia e línguas clássicas e modernas, bem como Literatura Comparada e Linguística. O novo edifício tem uma capacidade de 800.000 volumes em prateleiras abertas, espaço e secretárias para 650 leitores. Tem um sistema de aquecimento central, com economia de energia, que ficou englobado no orçamento global de 18 milhões de euros, ficando de fora deste orçamento o custo de prateleiras e equipamentos de informática.


Philological Library
Morada

Habelschwerdter Allee 45
14195 Berlin

Telefone
+49 (0)30 838-588 88 (Information); -588 01

Fax

+49 (0)30 838-58804

Horário
Segunda – Sexta-Feira, das 9:00. às 22:00; Sábado e Domingo das 10:00 às 18:00

A Biblioteca de Filologia contém as participações de várias bibliotecas departamentais:
- Comparative Literature
- English Language and Literature
- Byzantine Studies/ Modern Greek Studies
- German and Dutch Language and Literature
- Classical Latin Studies
- Institute for Latin American Studies
- Medieval Latin Studies
- Philosophy
- Romance Languages and Literature
- Institute for East European Studies
- Comparative and Indo-European Linguistics
- Indian Philology (part of the holdings of the library of the institute of Indian Philology and Art   History, formerly B 878)





















Notícia(s) do Dia: Morreu Nora Ephron




Morreu Nora Ephron

Desapareceu a realizadora que "desafiou e prosperou no mundo machista do cinema e do jornalismo, e foi amada, respeitada e temida por sua inteligência", como noticiou o "Boston Globe".

Nora Ephron, 71 anos, ensaísta, escritora e realizadora de "Julie & Julia", entre outros filmes, morreu terça-feira à noite, num hospital de Nova Iorque, vítima de leucemia, confirmou em comunicado o seu editor Alfred A. Knopf.

Filha dos dramaturgos Henry e Phoebe Ephron, Nora Ephrom atingiu o topo do jornalismo entre os 20 e os 30 anos de idade, tornando-se depois um autora de best-sellers e realizadora de sucesso.

Ephron, segundo o jornal norte-americano "Boston Globe", encontrava-se entre os escritores mais citados e influentes da sua geração. A realizadora teve três nomeações para o Óscar com os filmes "Silkwood - Reacção em Cadeia" (1983), "Um Amor Inevitável" (1989) e "Sintonia de Amor" (1993).

A realizadora estava casada, em terceiras núpcias, com o escritor Nicholas Pileggi, de 79 anos, e tinha dois filhos do seu casamento com Carl Bernstein, um dos jornalistas que revelaram o escândalo "Watergate" e cuja infidelidade lhe inspirou o romance "Heartburn". O seu primeiro casamento foi com o jornalista, argumentista e escritor Dan Greenburg.

Além de "Julie & Julia", Nora Ephrom realizou "Você tem uma mensagem" (1998), com Tom Hanks e Meg Ryan, e "A Feiticeira" (2005), com Nicole Kidman, entre os seus filmes mais conhecidos



Fonte: Expresso ONLINE

terça-feira, 26 de junho de 2012

Às voltas com a VODAFONE: SMARTPHONE AVANÇADO A PREÇO REDUZIDO

Notícia(s) do Dia: Morreu Montalvão Machado




Morreu Montalvão Machado

Fundador e militante nº 10 do Partido Socialista, Júlio Montalvão Machado morreu segunda-feira em Vila Real.

O fundador do PS Júlio Montalvão Machado morreu segunda-feira, aos 83 anos, informou o secretário-geral do PS, António José Seguro, que lamentou, numa nota de pesar, a morte de "um dos mais ilustres democratas".

Para António José Seguro, o falecimento de Júlio Montalvão Machado, republicano e antifascista, deixa ao país "uma personalidade única, a quem a República e a democracia muito devem".

Oftalmologista de profissão, Júlio Augusto de Morais Montalvão Machado foi um dos fundadores da Acção Socialista Portuguesa e, depois, do Partido Socialista.

Fez parte da Comissão Nacional e da Comissão Directiva do PS, tendo exercido todas as funções partidárias em Vila Real, distrito de onde era natural.

Foi presidente honorário da Federação Distrital do PS de Vila Real, governador civil de Vila Real (1974-1975), deputado (1979-1980) e presidente da Assembleia Municipal de Chaves (1993-2001).

Perseguido pelo regime do Estado Novo, Montalvão Machado só viria a ser autorizado a exercer funções profissionais no Serviço Nacional de Saúde após o 25 de Abril de 1974.

"A ética republicana era, para o Dr. Júlio, a sua inspiração de vida. Ao longo dos anos, Júlio Montalvão investigou história política portuguesa, em especial o pós Invasões Francesas e o período da implantação da República. A história dos Defensores de Chaves (1912) e a vida de António Granjo, primeiro-ministro em 1920/21 e seu familiar, foram a base das suas inúmeras publicações", lembra António José Seguro no site do PS.

Militante do Partido Socialista, com o cartão nº10, transmontano nascido em Vila Real a 27 de julho de 1928, era irmão do advogado e político do PSD Mário Montalvão Machado, falecido há dois anos, e filho do magistrado e escritor Júlio Augusto Montalvão Machado e de sua mulher Olinda de Morais.

Fonte: Expresso ONLINE

À Volta com a Vida: Alunos do Minho são (outra vez) campeões mundiais de robótica (Alguma coisinha boa!)



Alunos do Minho são (outra vez) campeões mundiais de robótica


Os alunos da Escola Secundária de Amares, distrito de Braga, voltaram a sagrar-se campeões mundiais de robótica, no RoboCup. Esta é a terceira vez consecutiva que a equipa ESA Robots traz para Portugal o ouro dos escalões mais jovens do Mundial de Robótica.

Para além desta, estiveram em prova mais vinte equipas portuguesas, seis delas em competições destinadas a estudantes universitários e quinze em competições Júnior, que englobam alunos do ensino básico e secundário (divididos consoante tenham mais ou menos de 14 anos). Este ano havia participantes com idades a partir dos 8 anos.

No futebol robótico sub 19, a Escola Profissional Cenatex também se sagrou tricampeã mundial e no escalão do ensino básico destacaram-se o Agrupamento de Escolas de São Gonçalo, de Torres Vedras, que trouxeram para casa alguns prémios.

A prestação do grupo de Amares no RoboCup 2012, que decorreu a semana passada na Cidade do México, é relatada num comunicado enviado ontem à imprensa pela escola, onde se lê que "os alunos venceram todas as provas que disputaram na sua liga".

Na prova individual apresentaram robôs "que construíram e programaram inspirados pelo tema dos Jogos Olímpicos", encontrando-se entre eles uma réplica da mascote da competição que "captou o interesse dos fotógrafos e participantes do evento", lê-se na nota aos meios.

Estes robôs integram sensores e servomotores programados para, de forma autónoma, interagirem com os alunos durante a sua apresentação. Na prova das Super-Equipas, uma prova lançada durante o RoboCup 2012, os alunos de Amares trabalharam em conjunto com alunos de Macau (China) e do México, tendo preparado os seus robôs para uma nova apresentação em apenas 24 horas. Para vencer esta prova foi determinante a experiência acumulada em participações anteriores, contam os responsáveis pelo grupo.

O grupo, que já tinha vencido as edições de 210, em Singapura, e 2011, na Turquia, é constituído essencialmente por alunos dos cursos profissionais da área de Informática (Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos e Técnico de Programação de Sistemas Informáticos) e por dois professores.

Na edição deste ano daquele que é considerado o maior evento mundial de robótica, estiveram presentes cerca de 3.000 participantes, vindos de mais de 30 países. Uma das presenças nacionais habituais na competição é a Cambada, campeã nacional de futebol robótico, mas cuja prestação na edição deste ano do RoboCup ainda não foi divulgada no seu site.

Fonte: SAP Online

segunda-feira, 25 de junho de 2012

As mais belas Bibliotecas do Mundo: BIBLIOTECA GERAL HISTÓRICA DA UNIVERSIDADE DE SALAMANCA - ESPANHA


BIBLIOTECA GERAL HISTÓRICA DA UNIVERSIDADE DE SALAMANCA - ESPANHA


A Universidad de Salamanca, situada na cidade de Salamanca, é a universidade mais antiga de Espanha e uma das mais antigas do Mundo, foi fundada em 1218.
Tem a sua origem no nascimento do Estudo Salmantino no século XIII. Desde então e até aos anos cinquenta do século XX, quando foi convertida na Biblioteca Geral da Universidade, a Antiga livraria, os anexos foram remodelados no final do século XIX e constituíram o único serviço bibliotecário da Universidade de Salamanca.
Como biblioteca universitária, nos finais do século XVIII recebeu a maior parte das colecções existentes no Colégio Real da Companhia de Jesus de Salamanca e dos colégios maiores e menores da cidade, que se juntaram aos fundos históricos pertencentes à Universidade. Por sua vez, como única Universidade, foi reunindo os estudos modernos, que por serem em grande parte anteriores a 1958, são considerados actualmente parte do Património Histórico de Espanha, de acordo com a Lei 16/1985, de 25 de Junho.
Desde meados do século XIX, a biblioteca somou à sua categoria de universitária, a categoria de Biblioteca Provincial de Salamanca, em virtude de receber outros manuscritos, tornar-se a Oficina da Propriedade Literária de Salamantina e o Depósito Legal, este último desde os inícios de 1958 até 1982.
Desde 1995, também é utilizada como centro de investigação, cujas principais funções são as relacionadas com a custódia, processos e difusão do seu fundo bibliográfico, o incremento deste e a manutenção de colecções de apoio à investigação.
Em 2006, a Biblioteca adquiriu a Denominação de Biblioteca Geral Histórica.



Tipologia das Colecções:
a) Fundo histórico: Códigos, Manuscritos e impressões até 1830.

b) Fundo relacionado com Salamanca: Publicações salmantinas anteriores ao Depósito Legal; Depósito legal (1958-1982); Publicações da Universidade de Salamanca (desde 1943), Obras de valor histórico de Salamanca ou para a Universidade.

c) Legados e Doações

d) Fundos multidisciplinares universitários desde 1830

e) Fundo moderno de apoio à investigação


Localização
Encontra-se situada no claustro alto do Edifício das Escolas Maiores. Consta de la Antiga Livraria (s. XVI-XVIII) e de uma zona mais moderna (finais do século XIX) dedicada a depósitos, locais administrativos e tecnológicos e a sala de investigadores.


Espaços e Equipamento:
Espaços - Sala histórica (século XVI-XVIII), com a sala de manuscritos anteriores ao século XVI

 - Depósitos: espaço reformado em 1940 para depósito e despachos.

 - Sala de leitura, com obras de referência de livre acesso.

 - Sala de seminários: espaço que pode ser utilizado por professores para realizar actividades com os alunos, relacionadas com os fundos custeados pela biblioteca.

Equipamento
 - Laboratório de Microfilmagem

 - Scanner de microfilme

 - Scanner para livros

 - Leitor de microformas

 - Lâmpada de Wood

 - Internet na sala de leitura.

 - Wi-fi

 - Aparelho de encadernação e restauração (cedido pela Facultade de Tradução e Documentação)


Horário e localização


De 8:30 a 21:00, de segunda a sexta-feira

Direcção:
C/ Libreros, s/n. Salamanca 37008


Telefone:
923 29 44 00 - Ext.: 1189

Faxes:
923 29 47 04

Emails:
bgeneral@usal.es

Sitio web:
Biblioteca General Histórica













sexta-feira, 22 de junho de 2012

Livros que merecem ser lidos...


HISTÓRIA DA SOCIOLOGIA
Charles-Henry Cuin e François Gresle

Quais são as datas, as obras, as instituições, as técnicas de investigação e as personalidades que marcaram o desenvolvimento da sociologia? A sociologia é uma invenção francesa ou americana? Tendo em conta a história e as tradições nacionais, pode falar-se de uma ou de várias sociologias? Que sentido atribuir aos conflitos que opõem os sociólogos sobre conceitos e métodos? É possível falar de um progresso da sociologia?
História da Sociologia responde de uma forma clara e acessível a estas e a outras questões, caracterizando a linha evolutiva de uma das principais e mais actuantes ciências humanas.



Preâmbulo

A. ANTES DE 1918

I. Da Física Social à Sociologia: A descoberta de um novo objecto de conhecimento (1790-1860)

1. A Sociologia, herdeira da Revolução
A corrente tradicionalista
Dos ideólogos a Saint-Simon

2. As múltiplas facetas do positivismo e do cientismo
O positivismo segundo Auguste Comte
Uma variante inlgesa do positivismo
A estatística moral e judicial
A matemática social

3. Continuidade e alteração da reflexão política
Democracia e revolução em Tocqueville
Socialismos utópicos e marxismo

II. Sociologia ou Ciências(s) Sociais? Uma Disciplina em Busca da Identidade (1860-1890)

1. Voluntarismo político e sociedade: o caso francês
A Universalidade e as veleidades de reforma do Estado imperial
Fréderic Le Play e o seu movimento
A Escola livre das ciências políticas

2. Os paradigmas de origem da ciência social
O biologismo e os seus excessos
O organicismo
O contratualismo
A filosofia alemã contra o positivismo

3. Os limites de uma ciência da sociedade nos anos 1880

III. Entre a França e a Alemanha, um Magistério Disputado (1890-1918)

1. O debate em trono das ciências do espirito
Wundt e a psicologia científica
O comunitarismo de Tönnies
O psicologismo à francesa

2. A sociologia como «ciência dos seres sociais»
Simmel e a sociologia da forma
Weber e a sociologia compreensiva
A sociologia alemã: uma disciplina com um estatuto incerto

3. A sociologia como ciência geral do social
Émile Durkheim: a carreira
A obra

4. Os esforços de organização da disciplina em França
Os republicanos e o ensino superior
A iniciativa privada ao ataque
As hesitações do mercado intelectual
A aventura de l'Anné sociologique
Uma institucionalização em ordem dispersa

IV. A Sociologia como Arte Social

1. O emergir de outros polos nacionais de investigação na Europa
Na Bélgica, uma ciência social já aplicada
A Rússia, entre ciência e revolução
Em Itália, da criminologia à sociologia paretiana
Em França, transmissão e partilha da herança leplaysiana
Grandeza e miséria da sociologia britânica

2. O reformismo americano
Para um mundo novo, uma ciência nova
Small, empreendedor de sociologia
Situação da disciplina por volta de 1910

Algumas Tendências Dominantes

Quadro Sinóptico (1789-1920)

B. DESDE 1918

Introdução

I. Destinos Desiguais (1918-1945)

1. A sociologia francesa sem Durkheim
Posteridade e declínio do durkeimismo
Os não-durkheimianos durante o período entre as duas guerras

2. As sociologias alemãs entre as duas derrotas
O arquipélago sociológico
Teorizações sistema´ticas pouco fecundas
A abundância de áreas de investigação
Os sociólogos alemães sob o nazismo

3. A sociologia atravessou o Atlântico
Uma sociologia «secular»
A cidade como laboratório da Universidade de Chicago
À procura da sociedade americana
Hervard e a reacção teorética

4. Conclusão

Bibliografia (1918-1945)

II. O Tempo das Ambições (1945-1968)

1. A «idade de ouro» da sociologia americana
As consolidações institucionais
O triunfo do empirismo quantificador
A hegemonia do funcionalismo
A escalada das oposições

2. A reconstrução da sociologia francesa
O processo de edificação institucional
O empirismo conjuntural
Os combates de Gurvitch

3. A internacionalização da sociologia
O papel da UNESCO e dos Estados Unidos
Reconstruções e construções das sociedades ocidentais
A hibernação da sociologia comunista
O militantismo sociológico latino-americano

4. Conclusão

Bibliografia (1945-1968)

III. Uma explosão de Paradigmas (1968-1990)

1. Os novos paradigmas anglo-saxões
A sociologia crítica
Os avatares do interaccionismo simbólico
Das teorias do intercâmbio social às teorias da escolha racional
A renovação da sociologia histórica
O florescimento da tradição empírico-analítica

2. Os dilemas da sociologia francesa
Um processo de extensão e de segmentação
Morte e ressurreição de uma sociologia do actor
Nos «quatro cantos da sociologia francesa»

3. E nos outros países

Bibliografia (1968-1990)

Tendências Gerais e Perspectivas

Quadro Sinóptico

Bibliografia
A. Antes de 1918
B. Desde 1918

Notícia(s) do Dia: PORTUGAL - 1, REP.CHECA - 0 Ronaldo faz “Checo-mate” até às meias



Ronaldo faz “Checo-mate” até às meias


CR7 volta a ser decisivo marcando o golo que leva Portugal até às meias-finais do Euro2012. Depois do Euro2004, Portugal volta a uma meia-final.


Portugal venceu, esta quinta-feira, a República Checa por 0-1, em jogo dos quartos de final do Euro2012, disputado no Estádio Nacional de Varsóvia, na Polónia. Cristiano Ronaldo marcou, aos 79 minutos, o golo que leva Portugal até às meias-finais.
A meia-final está agendada para 27 de junho, em Donetsk, na Ucrânia, e Portugal fica à espera do vencedor do encontro entre Espanha e França, que se realiza este sábado.
“Em equipa que ganha não se mexe”. É o que terá pensado Paulo Bento ao voltar a apresentar a mesma equipa titular contra os checos.
Tal como já tinham avisado, os checos começaram o encontro na expectativa, deixando que Portugal tomasse conta do jogo para depois espreitar uma oportunidade de contra ataque.
Nos primeiros minutos do encontro em Varsóvia, no primeiro desafio dos quartos de final deste Euro2012, a seleção nacional tentou chegar à área de Peter Cech através dos cruzamentos aéreos mas a formação comandada por Michal Bílek mostrou-se atenta o tempo todo. Pode-se dizer até, que a República Checa entrou melhor que Portugal no jogo.
Perto da meia hora de jogo, o árbitro inglês Howard Webb começou a tirar do bolso os cartões, com os dois primeiros a serem mostrado a Nani e Miguel Veloso.
Perto do minuto 38, Hélder Postiga lesionou-se sozinho, durante um arranque para o ataque e teve de ser substituído por Hugo Almeida.
À medida que o tempo passava, dava a sensação que Portugal podia ter feito mais, mas a República Checa estava apenas a cumprir o que já tinha prometido. O que faltava ao jogo era um golo para desbloquear a atitude da seleção adversária.
Já com o relógio do estádio de Varsóvia a bater os 45 minutos, Cristiano Ronaldo, muito assobiado sempre que tocava na bola, enviou, uma vez mais, uma bola ao poste, após passe fantástico de Raul Meireles.

Ao intervalo, Portugal voltou aos balneários com o ecrã a mostrar 0-0.

Aos 58 minutos, a bola entrou pela primeira vez na baliza de Peter Cech, num cabeceamento de Almeida após cruzamento de Nani, mas o fiscal de linha anulou o golo por fora de jogo ao avançado do Besiktas. Na repetição, confirmou-se a posição irregular do ponta de lança na altura do passe.
Portugal esteve sempre mais perto de fazer o golo e, aos 58 minutos, João Moutinho testou os reflexos de Cech, com um bom remate fora da área e o guarda-redes do Chelsea a desviar com a ponta das luvas para canto.
Depois de tantas tentativas falhadas, Cristiano Ronaldo conseguiu, finalmente, encontrar o caminho para o golo. Para isso, teve de usar a cabeça. Aos 79 minutos de jogo, Moutinho ganhou espaço e cruzou para a área checa. Hugo Almeida não chegou à bola, mas o capitão encarregou-se de concluir da melhor forma, fazendo o seu terceiro golo no Euro2012.
Terminada a partida em Varsóvia, Portugal terá cinco dias de treino até chegar à meia final. O adversário de Portugal sairá do encontro Espanha-França, que se realiza este sábado.

Fonte: SAPO Online

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Notícia(s) do Dia: Procuram-se médicos. Governo abre concurso para 800 vagas




Procuram-se médicos. Governo abre concurso para 800 vagas


Dos 18.723 médicos a trabalhar no Serviço Nacional de Saúde (SNS), a maioria (10.793) já tem mais de 50 anos.


O Ministério da Saúde abriu um concurso para quase 800 vagas, a serem preenchidas por médicos em diversas instituições do país, das quais 200 são na área de medicina geral e familiar.

De acordo com um despacho publicado em “Diário da República”, estes estabelecimentos com carência de médicos já haviam sido identificados num outro despacho, o qual continha "incorrecções relativas a dotações por estabelecimento", pelo que foi agora substituído.

Em relação à medicina geral e familiar, o maior número de vagas (74) foi aberto para a zona do Algarve, seguindo-se a Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo (37) e ARS do Norte (34).

Neste concurso foram ainda abertas 19 vagas para a especialidade de saúde pública, distribuídas por sete instituições.

O Ministério da Saúde procedeu também ao recrutamento de 560 profissionais para outras especialidades espalhadas por instituições de saúde localizadas em todo o país. Os especialistas mais procurados são os de medicina interna (58), ginecologia e obstetrícia (50) e anestesiologia (48).

De acordo com Inventário de Pessoal do Sector da Saúde, publicado pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), dos 18.723 médicos a trabalhar no Serviço Nacional de Saúde (SNS), a maioria (10.793) já tem mais de 50 anos.



Fonte: Renascença ONLINE

As mais belas Bibliotecas do Mundo: BIBLIOTECA THE TRINITY COLLEGE LIBRARY, DUBLIN - IRLANDA


BIBLIOTECA THE TRINITY COLLEGE LIBRARY, DUBLIN - IRLANDA



A Universidade da Irlanda, mais conhecida como Trinity College, foi fundada em 1592 por Elizabeth I. De início só eram admitidos alunos anglicanos para os cursos de graduação, mestrado, doutoramento; também para as congregações de docentes e para a obtenção de bolsas. Mas, em 1873, essas exigências religiosas foram eliminadas.
Mas é de sua bela e grandiosa biblioteca que falaremos hoje.
A Biblioteca do Trinity College, localizado em Dublin, é a maior biblioteca na Irlanda. Ttem direitos de depósito legais do material publicado na República da Irlanda. A biblioteca tem mais de 4,5 milhões de volumes de livros.
As suas maiores atracções são a Old Library, biblioteca com 200.000 volumes decorada com bustos de académicos, a harpa mais antiga da Irlanda e o Livro de Kells.
Guardiã de iluminuras, manuscritos, códices, in-folios e livros que são parte importante da herança ocidental, ela contém hoje, 5 milhões de volumes impressos, inclusive uma impressionante colecção de jornais, mapas e partituras que nos ajudam a percorrer mais de 500 anos do desenvolvimento académico europeu.
O prédio original, conhecido como Biblioteca Antiga, localizado no coração de Dublin, leva os visitantes de volta ao século XVIII, quando a maravilhosa edificação estava sendo erguida. Em 12 de Maio último, comemorou-se o seu tricentenário.
O salão principal, chamado de Long Room, com quase 65 metros de comprimento, guarda os mais antigos livros do acervo da biblioteca, cerca de 200.000.
Quando foi construído, entre 1712 e 1732, as prateleiras ocupavam o andar térreo apenas. Em 1850 essas prateleiras estavam completamente ocupadas e em 1860 o telhado foi levantado para permitir a construção de um tecto abobadado e de uma galeria com mais prateleiras.
Ao longo do salão, ficam os bustos de mármore que são uma das marcas da biblioteca. Colecção iniciada em 1743, inclui bustos de filósofos, escritores ocidentais e de personalidades de algum modo ligadas ao Trinity College, sendo que o mais valioso é o de
Jonathan Swift, feito pelo escultor Louis François Roubiliac.
Outros tesouros incluem uma das poucas cópias da Proclamação da República da Irlanda, de 1916, e uma harpa irlandesa que é a mais antiga de seu tempo, provavelmente do século XV, feita em carvalho e salgueiro, com 29 cordas. Essa harpa foi o modelo para o emblema da Irlanda.
Mas a sua maior riqueza é o Livro de Kells (em inglês: Book of Kells; em irlandês: Leabhar Cheanannais), também conhecido como Grande Evangeliário de São Columba, um manuscrito ilustrado com motivos ornamentais, feito por monges celtas por volta do ano 800 DC, no estilo conhecido por arte insular.
Por sua grande beleza e pelo primoroso acabamento, o manuscrito é considerado por historiadores e especialistas como um dos mais importantes vestígios da arte religiosa medieval, além de ter a importância de ser a peça principal do cristianismo irlandês. Povo, como sabemos, extremamente religioso.
Escrito em latim, o Livro de Kells contém os quatro Evangelhos do Novo Testamento, além de notas preliminares e explicativas, e numerosas ilustrações e iluminuras coloridas.
Apesar de instituição secular, a biblioteca emprega métodos modernos para facilitar a pesquisa, o aprendizado e o ensino.
















quarta-feira, 20 de junho de 2012

À Volta com a Vida: “As empresas devem propor soluções sustentáveis”



“As empresas devem propor soluções sustentáveis”
Fernanda Pargana – Secretária-Geral do Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável.

Entrevista com:

Uma das prioridades da cimeira Rio+20 passa pelos Estados criarem políticas que levem as empresas a adoptar práticas amigas do ambiente.
Uma das prioridades da cimeira Rio+20 passa pelos Estados criarem políticas que levem as empresas a adoptar práticas amigas do ambiente, diz Fernanda Pargana, secretária-geral da BCSD Portugal, filial portuguesa do World Business Council for Sustainable Development.

Que resultados espera da cimeira Rio+20?
Esperamos que traga "o futuro que queremos", que é o lema desta cimeira e é também a esperança de todos aqueles que já perceberam que estamos a actuar como se tivéssemos vários planetas. O BCSD Portugal vai estar representado no Rio+20 através do World Business Council, e o que a nossa organização leva para este encontro é muito claro: o reconhecimento do lado das empresas de que devem cumprir o seu papel de inovar e propor soluções sustentáveis; mas estas soluções só poderão produzir um efeito à escala e velocidade necessárias nesta altura, se as medidas de política produzirem os incentivos correctos para que os agentes económicos alterem as suas práticas do "business as usual".

Quantas empresas portuguesas estão presentes?
Algumas empresas portuguesas vão estar presentes directamente, outras através das suas filiais no Brasil, outras multinacionais através da presença da casa-mãe e outras, como a generalidade dos membros do BCSD, através do World Business Council. Do nosso ponto de vista, tão importante como estar presente é ter estado na preparação do caminho que levou a este encontro e, nesse caso, as grandes empresas estão empenhadas. Nas várias etapas, o BCSD tem sempre presente o seu objectivo, que é propor soluções empresariais para um mundo sustentável.

Quais são as companhias nacionais que mais têm contribuído para o desenvolvimento sustentável?
Há um conjunto de indicadores a nível internacional, nomeadamente dos mercados de capitais, que respondem de forma objectiva a essa questão. Ainda assim, as cerca de 120 empresas que fazem parte do BCSD Portugal são a prova da vontade de um conjunto alargado de entidades de mudar atitudes e práticas, o que faz delas um exemplo de incorporação do Desenvolvimento Sustentável nas suas estratégias de crescimento. Recordo que o BCSD galvaniza a comunidade empresarial para criar um futuro sustentável para as empresas, a sociedade e o ambiente.

Podem as empresas nacionais ser um modelo para o uso de energia ‘verde' no mundo?
A energia é um dos nove sectores estratégicos definidos pelo WBCSD. É também um dos casos onde a nossa organização, a nível internacional, tem propostas muito concretas, nomeadamente de promoção da inovação que permita atingir os standards de eficiência que dirijam o investimento para soluções de baixo carbono e de respeito pelos limites do planeta.

Fonte: Diário Económico ONLINE

Notícia(s) do Dia: Miguel Relvas ilibado pela ERC (Mais uma vergonha!!! O país que temos)




Miguel Relvas ilibado pela ERC

O documento final só será votado quarta-feira, pelo conselho regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação social. Mas, na versão provisória, não se dá como provada a alegada pressão do ministro Adjunto ao jornal "Público".

Ilibado. É esta a conclusão do relatório preliminar da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) no âmbito do processo de averiguações às alegadas pressões ilícitas do ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, sobre o jornal "Público".

Segundo apurou o Expresso, a versão final do relatório só será apresentada aos cinco elementos do conselho regulador da ERC na votação de amanhã, mas o documento base produzido por dois técnicos do regulador dos media iliba Miguel Relvas e não dá como provadas as ameaças denunciadas pela direcção do "Público", pela sua editora de política e pela jornalista Maria José Oliveira.

Em causa estava a acusação de que Miguel Relvas teria ameaçado um blackout por parte de todo o governo ao "Público" e a revelação na Internet de dados sobre a vida privada de Maria José Oliveira, na sequência de vários contactos da jornalista ao gabinete do ministro, no âmbito das notícias que estava a publicar sobre o envolvimento de Miguel Relvas 'no caso das secretas'.

Contactado pelo Expresso, o presidente da ERC, Carlos Magno, negou que exista já qualquer relatório final para apresentar na votação de amanhã. "O relatório está neste momento a ser trabalhado. São 18h15 e não há um relatório. Nem há relatórios que sejam favoráveis a alguém", garantiu.

No entanto, e segundo as informações recolhidas pelo Expresso, embora o documento inicial produzido pelos técnicos da ERC - com base em todas as audições realizadas aos intervenientes no caso e na restante informação recolhida pelo regulador nas últimas semanas - seja ainda passível de sofrer algumas alterações, o documento final não deverá alterar a substância das conclusões: Relvas será ilibado.

Relatório precisa de três votos a favor


A votação final do relatório precisa de três votos a favor entre os cinco elementos do conselho regulador para assumir o estatuto de deliberação final da ERC. O conselho regulador é composto pelos vogais Raquel Alexandra e Luísa Roseira, indicadas pelo PSD, pelo vogal Rui Gomes e vice-presidente Arons de Carvalho, indicados pelo PS, e pelo presidente Carlos Magno, cooptado para o cargo após convite directo feito pelo primeiro-ministro Passos Coelho.

A participação de Raquel Alexandra na votação deste relatório sobre o caso entre Miguel Relvas e o "Público" suscitou alguma polémica nos últimos dias, na medida em que a jurista e ex-jornalista é amiga pessoal do ministro.

Em declarações ao "Correio da Manhã", no entanto, Raquel Alexandra garantiu que não se sente "minimamente condicionada pelo facto de ser amiga do ministro" e assegurou que não iria pedir escusa da votação". "Não vejo nenhuma razão para não exprimir uma opinião. Todas as semanas se adoptam deliberações que afectam amigos. É a coisa mais normal", disse na semana passada a vogal da ERC ao CM.

Segundo apurou o Expresso, a participação de Raquel Alexandra nunca foi, de resto, alvo de qualquer debate interno no conselho regulador da ERC.


Maria José Oliveira demitiu-se


Além do relatório que amanhã é votado, o caso da alegada pressão de Miguel Relvas ao "Público" teve outras consequências: a principal foi a demissão da jornalista Maria José Oliveira, que decidiu abandonar os quadros do jornal invocando perda de confiança na direcção, pela forma como esta geriu todo o processo.

Na base da decisão esteve, sobretudo, o facto de a direcção do "Público" ter revelado o teor da ameaça feita por Miguel Relvas sem a sua autorização.

Além disso, o conselho de redacção do "Público" - que esteve na génese da divulgação das alegadas ameaças de Miguel Relvas - apresentou também a demissão, na sequência de divergências com a direcção do jornal. Todos os elementos deste órgão foram, no entanto, posteriormente reconduzidos para um novo mandato com esmagadora maioria de votos dos jornalistas daquela redacção.

Fonte: Expresso ONLINE

terça-feira, 19 de junho de 2012

Às Voltas com a Memória: GEORGE HARRISON (n. 25 de Fevereiro de 1943; m. 29 de Novembro de 2001)


(Vale a pena ler)


George Harrison nasceu em Liverpool, na Inglaterra, em 25 de Fevereiro de 1943 (Porém, há dúvidas sobre o dia do seu nascimento, já que em 1992, Harrison revelou que nasceu minutos antes do dia 25), o último de quatro filhos de Harold Hargreaves Harrison e sua esposa Louise, nascida Louise French.
Tinha uma irmã, Louise (o mesmo nome de sua mãe), nascida a 19 de agosto de 1931, e dois irmãos, Harry, nascido a 1934, e Peter, nascido a 1940. A sua mãe, Louise, trabalhava numa loja de Liverpool e Harold, seu pai, era um motorista de autocarro, mas anteriormente, tinha trabalhado como dispensário de barcos na
White Star Line. A sua família era católica. Possuía raízes irlandesas, uma vez seu avô materno, John French, nascera no Condado de Wexford, na Irlanda, imigrando para Liverpool, onde se casou com uma garota local, Louise Woollam.
Harrison nasceu na casa onde viria a morar nos seus primeiros seis de vida, o número 12 da Arnold Grove, situada em Wavertree, Liverpool. Em 1950, uma
council house, foi oferecida à família, que se mudaram para o número 25 da Upton Green, em Speke.
A sua primeira escola foi a Escola Primária de Dovedale, bastante próxima da
Penny Lane, a escola onde John Lennon estudava. Depois de passar nos exames finais, Harrison conseguiu uma vaga no Liverpool Institute for Boys, onde ficou de 1954 a 1959. George disse que, quando tinha 12 ou 13 anos, ele teve uma "epifania" — andando de bicicleta pela vizinhança, ele ouviu "Heartbreak Hotel", de Elvis Presley, tocada numa casa próxima, e ficou chocado. Ainda que, à época, ele tivesse tido um bom desempenho escolar, ele já havia perdido o interesse pelos estudos. Com 14 anos, sentava-se ao fundo da sala de aula, tentando desenhar guitarras nos livros escolares: "Eu estava completamente vidrado em guitarras. Eu ouvi que um garoto na escola tinha uma guitarra de três libras e dez xelins, era só um pequeno buraco acústico. Eu pedi três libras e dez xelins à minha mãe; isso era bastante dinheiro pra nós." Harrison comprou um violão Dutch Egmond. Enquanto estava no Liverpool Institute, Harrison formou um grupo de skiffle com seu irmão Peter e um amigo chamado Arthur Kelly. Foi nessa escola que ele conheceu Paul McCartney, que era um ano mais velho. McCartney, posteriormente, tornar-se-ia membro da The Quarrymen, banda de John Lennon, à qual Harrison se juntaria, em 1958.
O primeiro sinal de cancro de George apareceu na década de 1990, no pulmão. Ele enfrentou várias cirurgias para eliminá-lo. Em
2001, o cancro reapareceu em metástase. Apesar dos tratamentos agressivos, descobriu-se que era terminal, decidindo de imediato passar os seus últimos dias em família e trabalhar nalguns projectos para posteriormente serem terminados pela sua viúva e filho.
Segundo o site Netparque, "Quando, às oito da manhã de sexta-feira, 30 de Novembro, o Mundo soube da morte de George Harrison, já o seu corpo tinha sido cremado e as suas cinzas a caminho de um rio sagrado da
Índia.
O ex-Beatle preparou ao milímetro a sua morte, longe da ribalta, discretamente, como era a sua filosofia de vida, não permitindo a invasão da sua privacidade e da sua família.
Só três pessoas sabiam onde e como George Harrison iria morrer: a mulher, Olívia, e o amigo, Gavin De Becker, que se encarregou do plano, como o NetParque oportunamente noticiaram.
Nem o filho,
Dhani Harrison, sabia onde o pai iria morrer, para que o segredo ficasse ainda mais fechado.
O jornal britânico "News Of The World" conta como tudo se processou.
No dia 14 de Novembro, quando estava internado em
Nova Iorque, George Harrison foi avisado de que já não teria muito tempo de vida. "Onde vou morrer?", Perguntou. Postas de parte as hipóteses de morrer na sua casa em Londres ou no Staten Island University Hospital, de Nova Iorque, onde estava internado, George Harrison combinou com Gavin De Becker que morreria protegido por este em Beverly Hills, afastado dos olhares do Mundo, depois de ter ponderado a hipótese de sua casa no Hawai. "George Harrison não queria a sua fotografia num caixão como epitáfio", disse um amigo. Tudo foi combinado meticulosamente entre George Harrison e Gavin De Becker. No dia 17 de Novembro, foi dada alta ao ex-Beatle. Harrison tinha pouco tempo para se despedir da família e dos amigos. Entre outros, chamou a irmã, Louise, que dirige o Hotel "A Hard Day"s Night", em Illinois, e os amigos de sempre Paul McCartney e Ringo Starr. George e Louise estavam de relações frias, depois de Louise ter aberto o hotel com o nome de uma canção/álbum/filme dos Beatles, o que não agradou ao irmão. Paul McCartney de lágrimas nos olhos, George disse que "já não estaria aqui no Natal". Ringo, que estava em Boston à cabeceira da filha, também com cancro, voou de imediato e disse que não sairia do pé de George "até ao fim", adiando para isso a digressão ao Canadá. "Não adies. Eu estou em paz", respondeu-lhe George Harrison. Sem publicidade, no dia 17 de Novembro, George Harrison voou no jacto privado de Gavin De Becker para Santa Mónica, Califórnia, tendo depois sido transportado de ambulância descaracterizada até ao UCLA Medical Centre, em Los Angeles para tratamentos. No dia 20, a situação clínica do ex-Beatle deteriorou-se, pelo que George Harrison foi transferido para casa de Gavin De Becker, em Beverly Hills, onde ficou isolado. A única visita exterior permitida foi a de Ravi Shankar que lhe tocou cítara.
A morte viria a ocorrer às 13h30 locais (21h30 em Lisboa), de quinta-feira, 29 de Novembro. Segundo o "News Of The World", além da família, dois dos seus melhores amigos indianos, Shayam Sundara e Mukunda, entoaram cânticos
Hare Krishna, enquanto o ex-Beatle desfalecia. O corpo de George Harrison foi cremado às 06h30 do dia 30 de Novembro (hora de Lisboa), tendo o caixão sido coberto por pétalas de rosa numa cerimónia Hare Krishna com o ambiente envolto em essência de sândalo. Um mestre Hare Krishna recitou versos sagrados hindus, do livro Bhagavad-Gita. As cinzas voam segunda-feira, 3 de Dezembro, para a Índia onde foram espalhadas num rio sagrado, provavelmente o Rio Yamuna, a 40 milhas do Taj Mahal, o rio sagrado que o ex-Beatle amava, ou o Ganges. A família de George Harrison pediu entretanto a todos admiradores do músico um minuto de silêncio na segunda-feira, 3 de Dezembro, às 21h30, como tributo ao guitarrista. "Estamos profundamente comovidos pela demonstração de amor e solidariedade de pessoas de todo o mundo", disseram a mulher de George, Olívia, sua antiga secretária na editora, e o filho Dhani, de 23 anos. Na Austrália vai ser construído um memorial em homenagem a George Harrison, mais concretamente na ilha Hamilton onde o ex-Beatle possui uma vivenda. O guitarrista dos Beatles refugiou-se nesta sua casa pela última vez em 1999 e os vizinhos descrevem-no como uma pessoa simples, tranquila e sempre longe da multidão. "George faleceu no dia 29 de Novembro de 2001 em Los Angeles aos 58 anos de idade. Sua morte foi devido ao câncer que havia atingido ao cérebro. Após a sua morte, a família emitiu um comunicado: "Abandonou este mundo como viveu: consciente de Deus, sem medo da morte e em paz, rodeado de familiares e amigos". Harrison costumava dizer: "Tudo pode esperar, menos a busca de Deus"

segunda-feira, 18 de junho de 2012

As mais belas Bibliotecas do Mundo: BIBLIOTECA NOVA GALES DO SUL, SIDNEY - AUSTRÁLIA

BIBLIOTECA NOVA GALES DO SUL, SIDNEY - AUSTRÁLIA


A Biblioteca do estado de Nova Gales do Sul (New South Wales), em Sydney, Austrália, é outro espaço que atrai leitores de todo o mundo. Embora o prédio tenha sido construído com um padrão mais convencional do que o da Ópera de Sydney, o mais conhecido cartão postal da cidade, a coleção com mais de cinco milhões de itens e a localização da biblioteca chamam a atenção de quem é interessado por literatura e está a visitar a capital do estado australiano.
Uma das mais antigas bibliotecas da Austrália, sendo a primeira a ser estabelecida no estado que lhe adorna o nome, a Biblioteca de Nova Gales do Sul já mudou nove vezes de nome. Na data de inauguração, em 1826, era a Biblioteca de Inscrição Australiana. Em 1869, quando foi adquirida pelo governo do estado, passou a ser chamada de Biblioteca Pública de Sydney. Mudou de nome novamente em 1895, quando tornou-se a Biblioteca Pública de Nova Gales do Sul. Foi só em 1975 que adquiriu o nome actual. O prédio, devido à extensão e à realização de diversas reformas, possui três alas: a ala Mitchell, a ala Dixson e a ala da rua Macquarie.
As instalações da edificação ficam próximas do Memorial de Shakespeare em Sydney (escultura do escritor inglês e de cinco das mais populares personagens - Hamlet, Romeu, Julieta, Pórcia e Falstaff) e do Jardim Botânico Real de Sydney (que acaba no porto da cidade). Entre os itens da colecção, além de documentos, estudos, livros da literatura regional e internacional, estão itens do tempo da colonização europeia da Austrália e registros, pinturas e gravuras de alguns dos primeiros exploradores em território australiano.
A parte da biblioteca que mais chama a atenção é a ala Mitchell, que possui uma sala de leitura com o tecto envidraçado, fornecendo iluminação natural para os leitores presentes no espaço. Além disso, a ala Mitchell comemorou o seu centenário em 2010, organizando diversas exposições com material do acervo e realizando um
surpreendente show de luzes para quem observava a biblioteca da rua.